segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Alzheimer - Novas pesquisas

Nova Técnica de ressonância magnética para diagnosticar ou excluir a doença de Alzheimer.

No tecido cerebral, o fluxo sanguíneo é intimamente ligado ao consumo de glicose, que é o combustível que o cérebro usa para funcionar. Assim quando uma pessoa tem um aumento ou uma diminuição na sua função cerebral, o fluxo sanguíneo e o metabolismo da glicose também acompanham essas mudança. 

Assim, os pesquisadores criaram uma nova técnica de exame de imagem. Eles projetaram o “ASL-MRI” que permite quantificar o fluxo sanguíneo cerebral usando um escâner de ressonância magnética de rotina. 

Hoje, quando um paciente tem suspeita da doença de Alzheimer, o médico geralmente solicita uma ressonância magnética para procurar mudanças estruturais. 

No futuro, esse novo equipamento será incorporado à ressonância magnética e será capaz de capturar informações funcionais (fluxo sanguíneo e metabolismo da glicose). Assim você teria no mesmo teste informações estruturais e funcionais. Com isso, o diagnóstico de Alzheimer seria feito mais precocemente e de maneira muito mais rápida e segura.


Fonte:
Erik S. Musiek, Yufen Chen, Marc Korczykowski, Babak Saboury, Patricia M. Martinez, Janet S. Reddin, Abass Alavi, Daniel Y. Kimberg, David A. Wolk, Per Julin, Andrew B. Newberg, Steven E. Arnold, John A. Detre. Direct comparison of fluorodeoxyglucose positron emission tomography and arterial spin labeling magnetic resonance imaging in Alzheimer’s disease. Alzheimer's and Dementia, 2011; DOI: 10.1016/j.jalz.2011.06.003

Y. Chen, D. A. Wolk, J. S. Reddin, M. Korczykowski, P. M. Martinez, E. S. Musiek, A. B. Newberg, P. Julin, S. E. Arnold, J. H. Greenberg, J. A. Detre. Voxel-level comparison of arterial spin-labeled perfusion MRI and FDG-PET in Alzheimer disease. Neurology, 2011; DOI: 10.1212/WNL.0b013e31823a0ef7

Rosani Ap. Antunes Teixeira
psic_rosani@yahoo.com.br
Neurônios no Divã

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