terça-feira, 12 de abril de 2011

Alzheimer - Novas Descobertas

Demência do tipo Alzheimer é uma doença degenerativa que destrói células do cérebro lenta e progressivamente. Aloïs Alzheimer, um psiquiatra e neuropatologista alemão, em 1906, foi o primeiro a descrever os sintomas assim como os efeitos neuropatológicos dessa doença. 

Inicialmente, os sintomas, como dificuldades na memória e perda de capacidades intelectuais, podem ser tão sutis, que as pessoas nem percebem, mas, à medida que a doença progride, os sintomas tornam-se cada vez mais notórios e começam a interferir no trabalho, nas atividades da vida diária e na vida social. 

Não existe cura conhecida para a Doença de Alzheimer, por isso o tratamento destina-se a controlar os sintomas e proteger a pessoa doente dos efeitos produzidos pela deterioração trazida pela sua condição. 

A boa notícia e que dois estudos publicados em conjunto em 03 de Abril de 2011 na revista científica Nature Genetic, intitulados:
 “Common variants at ABCA7, MS4A6A/MS4A4E, EPHA1, CD33 and CD2AP are associated with Alzheimer's disease” e
“Common variants at MS4A4/MS4A6E, CD2AP, CD33 and EPHA1 are associated with late-onset Alzheimer's disease” identificam cinco genes associados com a doença de Alzheimer. 

A pesquisadora Susanne Sorensen da Alzheimer's Society, London, UK, comenta que - "Estes estudos são uma importante conquista para os cientistas que esperam identificar a causa e também a cura para a doença de  Alzheimer. Além disso, estudos como esses mostram indícios de como a doença de Alzheimer pode se desenvolver,  - e o que é mais importante, com a sua identificação será possível a longo prazo desenvolver novas drogas, muito mais eficiente e com menor número de efeitos colaterais".

Fonte:


Rosani Ap. Antunes Teixeira
Neurônios no Divã: Psicologia e Neurociências

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